25 fevereiro 2019

33º ANIVERSÁRIO DA FAAASCIBA



A Fundação de Ações Ambientais Artísticas Socioculturais e Integradas da Bahia FAAASCIBA, comemorou seu trigésimo terceiro aniversário nesse sábado dia 23, a comemoração foi uma ideia e elaborada pelo seu mais novo projeto de exercícios físicos corporais, entretenimento e interação A SAÚDE EM MOVIMENTO.

A FAAASCIBA foi criada como GNVU Gente Nova Vivendo a União, aos 21 de fevereiro no ano de 1986, depois como FTENE Fundação Templo Ecumênico da Nova Era no dia 15 de setembro do ano de 1998 e consequentemente como Fundação de Ações Ambientais Artísticas Socioculturais e Integradas da Bahia FAAASCIBA no dia 2 de Junho de 2014. Onde no caso o aniversário segue a primeira data em que foi instituída a fundação 21 de fevereiro.
O aniversário desse ano seria na quinta feira (21) mas por buscar comodidade para todos participarem a diretoria atual decidiu comemorar no dia 23 (sábado), em que foi muito proveitoso, sendo que a fundação tem um público rotativo durante seus 33 anos de existência. Dessa vez, o novo sucesso está em mais um dos seus projetos que é o Saúde Em Movimento, surgido para atender necessidades sociais e básicas de saúde física.

O aniversário foi com muita diversão com o tema ANTIGOS CARNAVAIS DA BAHIA, trazendo um resgate em ouvi músicas dos anos oitenta e noventa das bandas de axé baiano.

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12 fevereiro 2019

1ª ETAPA DO PROJETO A SAÚDE EM MOVIMENTO


No dia 11 desse mês de fevereiro 2019 na FAAASCIBA o projeto A SAÚDE EM MOVIMENTO realizou sua culminância com palestra sobre a autoestima em relação a sua fisionomia, teve bate papo sobre os resultados do projeto durante o seis meses que se passaram fazendo todo os acompanhamentos e planejamento para os próximos seis meses em que o projeto seguirá fazendo o trabalho com os exercícios físicos.

Essa foi a finalização da sua primeira etapa de seis meses com o objetivo de melhorar a saúde, o bem estar e a integração das pessoas envolvidas, com exercícios dançantes da aeróbica, com ginástica e mais diversos espontâneos que segue em cada encontro do projeto que acontece na sede da FAAASCIBA, nos dias de segundas, quartas e sextas feiras. 

Foi iniciada a primeira etapa dos mesmos exercícios para os homens com as medidas, cadastros e bate papo pós aula depois finalizando com uma oração. Será analisado no mês de julho a primeira etapa dos homens e a segunda das mulheres.

em cada etapa dessa é esperado resultados positivos em relação a perda de peso gordo, ganho de massa magra, coordenação motora dançante, integração entre pessoas com bons resultados em amizade de grupo e diversos que o exercício físico pode proporcionar.


22 janeiro 2019

ICÓ EXIBIÇÃO DIA 26 DE JANEIRO 2019 NA FAAASCIBA


Devido a grande quantidade de pessoas pedindo para assistir o filme Icó, a FAAASCIBA entrou em contato com o escritor e um dos diretores do filme para que o mesmo fosse exibido na instituição como forma de contemplar aos espectadores do filme que ainda não tiveram oportunidade de assistir e ficam cobrando para que coloque o filme na grande rede. O filme Icó ainda concorre festivais e um dos critério é que o filme seja inédito, ou seja ainda não faz parte de grandes páginas.

A exibição também vai estar sendo mostrado o filme ZUMBIS, um filme mais antigo, também uma ficção, foi produzido pelo grupo encenações e esquisocênicos, e escrito pelo mesmo escritor de Icó, Silva Francismário, (Simário). Primeiro será apresentado Zumbis logo em seguida será a apresentação de Icó.

A FAAASCIBA busca sempre atender a comunidade morrense de forma integral, trazendo as diversas ações para que a comunidade como toda se faça parte da instituição, não só os que seja direto mas também os que colaboram indiretamente.

ESPERAMOS A PRESENÇA DE TODOS E TODAS LÁ. 
ÀS 19 (SETE DA NOITE) HORAS 


08 janeiro 2019

REISADOS DA CHAPADA DIAMANTINA


A Chapada Diamantina é um celeiro de Ternos de Reis, em todas as cidades que compõem o território da Chapada tem um terno ou teve. E quando se fala Chapada Diamantina é todo o complexo e não somente a demarcação territorial oficial pelo estado da Bahia.

Os Reisados são manifestações religiosas que as pessoas que o praticam fazem mais por um ato de fé do que exatamente cultural profissional, é nessa pegada que os ternos (grupos que praticam o reisado), geralmente são de famílias que vem de uma época mais antiga e que matem uma tradição. essas famílias andam quilômetros para visitar uma lapinha

Outra coisa é que os reisados cantam para os presépios que também são chamados de lapinhas, nesses presépios contam a história do nascimento de Jesus, as músicas tem uma mistura entre ritmos africanos e letras católicas. Nem sempre os donos dos presépios são reiseiros, mas são visitado por esses reiseiros quando os convidam. Diante a liturgia o presépio fica cada vez mais consagrado quando são recebidos pelos ternos que vão cantar as músicas evangélicas com ritmos afros.

Uma ameaça aos reisado não só os jovens de hoje que não praticam mais o ato de fé, mas também a falta de presépios para serem cantados, nesse caso tem municípios que fazem concursos de presépios para manterem a tradição dos presépios nas épocas natalinas, como também dá o sentido dos ternos continuarem vivos já que um é para o outro.

Depois das consagrações o grupo e as pessoas que estão apreciando podem curtir os reis com o samba de roda, ou com a piega com no ritmo de chula. os sambas são os mais praticado e o que as pessoas mais gostam, representam a felicidade de ter nascido o menino deus. Durante as piegas tem também os comes e bebes, alguns com bebida alcoólicas para os adultos e bebidas sem álcool para as crianças e adolescentes que acompanham.

Na Chapada Diamantina tem vários grupos, cada cidade tem um ou mais de um terno, como é no caso de Andaraí por exemplo. O Encenações Teatro.com entrou  em contato com pessoas de algumas dessas cidades e trouxe alguns ternos da Chapada como o caso dos ternos da:

CIDADE DE ANDARAÍ

TERNO NOSSA SENHORA DA GRAÇA MESTRE AUGUSTO











TERNO DAS PESCADORAS MESTRA ZÉLIA

TERNO CASA DE SÃO JORGE MESTRE ANTÔNIO BIDAL


CIDADE DE BONITO

TERNO ESTRELA DO ORIENTE MESTRE MESSIAS DOURADO


CIDADE DE IRAQUARA



CIDADE DE LENÇÓIS

CIDADE DE MORRO DO CHAPÉU

TERNO NOSSA SENHORA DA GRAÇA MESTRE MARCOLINO


CIDADE DE SEABRA

MESTRE DOMINGOS RAMOS (RAMINHO)















CIDADE DE WAGNER

TERNO DO MESTRE JONAS




02 janeiro 2019

A FAAASCIBA E CIA DE TEATRO ENCENAÇÕES PARABENIZA


A FAAASCIBA Fundação de Ações Artísticas Ambientais Socioculturais e Integradas da Bahia juntam,ente com a Companhia de Teatro Encenações vem através desse seu espaço virtual, primeiramente agradecer a todos e a todas que estiveram direto ou indiretamente ligados ou ligadas aos trabalhos de ambas instituição desde o inicio desse findado ano 2018.

Desde janeiro do ano de 2018 que ambas instituições vem fazendo seu papel de participação na sociedade morrense e na sociedade da região com artes, sociabilidade, políticas públicas, esportes e vários outros dentro de uma expectativa de crescimento do ser humano integral.

Desejamos a todos e a todas um ano de 2019 cheio de realizações, sucessos, conquistas, crescimento e saúde. Que seja todos os caminhos livres para que cada pessoa possa trilhar vencendo todas as lutas,  que suas metas sejam alcançadas e que surjas novas para que sempre venha alimentando o sentido de viver.

O Blog Encenações Teatro.Com estará sempre trazendo notificações dos principais eventos de cultura de toda região com altives de ser esse espaço do trabalhador da cultura e da arte, desejamos que todos profissionais de arte e cultura e principalmente do teatro sejam todos prósperos com seus projetos bem realizados. 

25 dezembro 2018

TERRITÓRIO CULTURA DA CHAPADA DIAMANTINA


RELATÓRIO DA REUNIÃO DO MOVIMENTO CULTURAL DA CHAPADA
 
No dia 21 de dezembro de 2018 ocorreu no auditório do CETEP em Wagner BA uma reunião do Movimento Cultura da Chapada, contando com a presença de agentes culturais dos municípios de Andaraí, Utinga, Morro do Chapéu, Bonito e Wagner.

Raumi inicia a reunião apresentando a pauta e em seguida passa a palavra para Emílio Tapioca, que é atuante no Conselho Estadual de Cultura, vem falar sobre Sistema Municipal de Cultura, Conselho, fundo de cultura e orçamento.

Emílio diz que os municípios precisam pensar na cultura no momento da aprovação orçamentária anual, realizar um planejamento, organizar o calendário cultural, diversificar a linguagem e compreender que a cultura fomenta a economia. O Conselho Municipal de Cultura deve fazer o mapeamento cultural planejado do município para evitar perder culturas de identidade, o Conselho precisa defender a permanência entendendo qual é a identidade cultural do município. Falou também sobre a importância da escolha de pessoas para compor o Conselho, indicar pessoas que tenham afinidade e representatividade no segmento para de fato atuar, a sociedade civil precisa assumir o Conselho e não ficar dependendo do Poder Público, planejar o calendário e dizer ao município as necessidades de recurso para realiza-lo. Destaca que o que mais enfraquece as ações é ter gestores descomprometidos com o segmento.

Naldão cita que o artista não pode sustentar o discurso de que é apolítico por que é preciso manifestar e interferir nas políticas culturais dentro das necessidades do município e do artista.
Emílio sugere que nos apropriemos dos editais lançados. Diz sobre a possibilidade de criar o CAT (Comissão de Avaliação de Técnica) para projetos. Fala sobre o projeto Cultura Legal que passará a valer em 2019, onde o município que tiver lei voltada para a cultura, ou se tiver o SMC (Sistema Municipal de Cultura) precisa coloca-lo em atuação, caso contrário, será notificado pelo Ministério Público.

Raumi trás o segundo assunto da pauta, Coletivo Territórios Culturais, após a sua participação no dia quinze em Feira de Santana, explica que o Coletivo foi pensado para que os interiores estejam organizados. Algumas tarefas foram definidas, como uma reunião territorial no intuito de repassar informações, deverá haver um encontro estadual, um encontro com o secretário de Cultura do Estado e reuniões itinerantes. E ressalta que a partir dessa reunião hoje estamos (os municípios presentes) fazendo parte do Coletivo Territórios Culturais. E questiona quais considerações queremos fazer a respeito.

Emílio lembra que foi construído um manifesto para ser entregue ao secretário de Cultura e está no site para assinatura, todos precisam ler e discutir com os agentes culturais dos seus municípios, para apresentar suas considerações.

Naldão cita que a RCCB (Rede Cênica Cultural Baiana) poderia ser uma Câmara Técnicapoisjã reúne vários municípios e diferentes linguagens artísticas. Porém Emílio lembra que é preciso a presença dos dirigentes de Cultura para viabilizar deslocamentos e outras necessidades da Câmara Técnica.

Josette fala da necessidade de formação para elaborar projetos que estejam aptos a concorrer editais. Emílio diz que é função da FUNCEB oferecer essa formação, mas que existem pessoas na região com habilidades para ajudar. Naldão acrescenta que precisamos nos apropriar da linguagem dos editais.
Helen diz sobre a dificuldade de consegui concorrer a um edital como o FazCultura pela exigência da carta de intenção de patrocínio, pois dificilmente conseguirá esta em seu município. Emílio cita que antes de buscar a carta deve-se mostrar a importância do projeto dentro do município, fazê-lo ganhar visibilidade para despertar interesse nas empresas.

Raumi fala em seguida sobre a reunião que teve na FUNCEB com Janahina e Vanderley. Trouxe de lá a sugestão de realizar uma oficina de Elaboração de Projetos com Vanderley, a ideia é reunir as cidades interessadas em um local para realiza-lo. Ficou decidido que acontecerá em Andaraí nos dias 15 e 16 de fevereiro junto com a reunião do Coletivo Territórios Culturais.

Raumi diz também que a FUNCEB ofereceu um curso para os líderes dos Grupos de Dança dos municípios que estão participando da RCCB. A sugestão é que ocorra antes da Caravana Itinerante de Dança que será em julho na cidade de Wagner. O curso será em três etapas, uma por mês em três cidades. Na ocasião ficou decidido que a primeira etapa acontecerá nos dias 09 e 10 de março de 2019 em Wagner, a segunda etapa nos dias 06 e 07 de abril de 2019 em Utinga e a terceira etapa nos dias 04 e 05 de maio em Bonito.
A próxima reunião do Reunião Territorial ficou marcada para o dia 16 de fevereiro de 2019 na cidade de Andaraí.


Wagner, 21 de dezembro de 2018

RELATÓRIO DE ATA LAVRADA
POR HELLEN CARREGOSA

18 dezembro 2018

14º ENCONTRO DE FILARMÔNICAS MORRO DO CHAPÉU BAHIA


Nos dias 22 e 23 desse mês de Dezembro do ano em curso 2018, a Sociedade Filarmônica Minerva estará realizando mais um encontro de filarmônicas, o evento que está na sua décima quarta edição sempre acontece no aniversário da Sociedade que está com 112 anos. Será na praça Augusto Públio logo em frente a sede da aniversariante centenária.

Nesse encontro a Sociedade Filarmônica Minerva estará homenageando figuras ilustre de Morro do Chapéu como os senhores: Wilson Mendes ex-presidente da filarmônica, Sione Valois ex-músico e Aldinho ex-membro da instituição. 

São catorze filarmônica das várias cidades de todo o estado da Bahia. Como sempre cada filarmônica fará um passeio pelas ruas da cidade tocando e depois a noite, executará cinco músicas entre elas de obrigação pelo menos dois dobrados.

A MINERVA CONVIDA A TODOS E A TODAS PARA PRESTIGIAR ESSE ENCONTRO DE ARTE E CULTURA DO MORRO E DA BAHIA

11 dezembro 2018

COLETIVO DOS TERRITÓRIOS CULTURAIS DA BAHIA

Vários integrantes de territórios de identidades, mais específicos os na área da cultura, se reuniram para discutir temáticas sobre leis e iniciativas públicas sobre a cultura. A iniciativa nasce da tensão do declínio da cultura com a extinção do MINC (Ministério da Cultura) pelo novo presidente eleito, do recuo dos direitos e repasse para o campo da cultura em todo o país e inclusive na Bahia, do fortalecer a cultura com as políticas de território e mais questões que precisa para o desenvolvimento da cultura ganhar corpo e ser notório por todos os povos juntos com os elos de governo.

Segue os temas abordados na primeira reunião acontecida na cidade de Feira de Santana Bahia.

RELATÓRIO DO COLETIVO TERRITÓRIOS CULTURAIS DA BAHIA
Dez/2018
Feira de Santana-Bahia

Onde: Centro Cultural Amélio Amorim
Quando: 05 de dezembro de 2018
Início das atividades: 9hs
Final das atividades: 18:00hs
PARTE1
Apresentação dos presentes

Obs.: tiveram colegas que não puderam estar presentes nesta primeira etapa da manhã e os que chegaram depois as apresentações.

Os nomes dos Colegas e seus devidos territórios serão destacados no desenrolar dos diálogos. Momentaneamente estamos descrevendo de forma mais ou menos sucinta e fidedigna o que foi dito em reunião neste dia. Qualquer erro de escrita ou fala fica na responsabilidade do relator JardielAlarcon e pela celeridade que foi prestada ao trabalho. (RAUMI CHAPADA DIAMANTINA)

Aloma dá início as falas com apresentação e as colocações da pauta do dia, coordenou de forma ad hochas prescrições que seriam levadas durante o dia. Fala sobre a morte dos movimentos territoriais de 2016 e solicita ao grupo união para este fortalecimento neste encontro.
Rubens, sente a necessidade de um fortalecimento nas questões culturais e cita o esforço do município como desenvolvedor da cultura e preocupação  no setor.

Vandelson (Pintadas), Cita sobre o histórico das discussões  da cultura no seu  município e demonstra sua preocupação com o momento.

Kleber Eduão (Ibotirama- Terr. Velho Chico), cita sobre o enfraquecimento da representação territorial como fala que já trabalhou na Secult como RTC e atualmente trabalha em empresa de consultoria técnica para áreas de agricultura familiar e projetos culturais , como também atua como cantor e poeta nas horas vagas.

Rodrigo, Pesão ( Senhor do Bonfim- Piemonte Norte Itapicuru),Antropólogo e Sec. de Cultura de Senhor do Bonfim. Atua em vários setores  na área de produção cultural e atua na diretoria da ADIMCBA . Fala sobre o fim do Minc e o descaso a realidade cultural brasileira e seu futuro vislumbre para o neoliberalismo.

Daniel- Feira de Santana,Coordenador de ONG e trabalha diretamente com políticas públicas. Conselheiro nacional e estadual de meio ambiente e cineclubista.  Por estas atribuições e diversas ações que trabalha em cultura, como participante de conselhos, relata o pessimismo com o próximo governo, onde os fatos demonstram situações catastróficas.

JardielAlarcon-  Guanambi- Sertão Produtivo, cita da importância de reforçar os movimentos territoriais , a classe de Representantes Territoriais de Cultura, a união do grupo e a fuga dos individualismos municipais e territoriais. Propôs uma união dos Territórios mais próximos como um alicerce importante sugestionado pelos artistas e entes culturais de seu território e para que fosse estipulado as pautas e datas para que possam ser desenvolvidos os fóruns e os encontros territoriais o mais rápido possível.

Edilce- Tanque Novo- Sertão Produtivo, “como Diretora de Cultura do meu município eu entrei de forma direta em cultura, onde desde então estamos promovendo ações de aprendizagem e capacitação municipal, com formação de associações culturais, melhorias nas distribuições de verbas para auxílio de atividades e unindo forças com outros colegas da cultura para desenvolver e qualificar a cultura em nosso município. Estamos aqui com esta ânsia de aprendermos e promover uma união de interesses hoje neste coletivo”.

Maria das Graças- Santa Barbara. Desenvolvo atividades de coordenação de pontos de cultura , estivemos como dirigentes de cultura e atuamos na área. Estaou aqui para aprender junto com o grupo e lutar por interesses comuns.

Simone- Coordenadora municipal de Lamarão, Território do Sisal, participei de vários grupos culturais como também como presidente do conselho cultural do município, onde desde que iniciei na área cultural busco me qualificar e capacitar na área cultural.

 Ana – São Gabriel ( Território de Irecê), coordenadora de cultura do município e atuamos na área no fortalecimento da cultura. Estamos tentando legalizar a cultura da cidade no SMC, possuímos a Lei do Fundo e o Fundo de cultura criado. Buscamos legalizar as comunidades quilombolas, que são atualmente em torno de 12. Estamos permeando na luta entre os nossos administradores públicos e a sociedade civil , buscando sempre a melhor maneira de agir.

Raumi- Município de Vagner. “Coordenador de Cultura  de meu município estou junto com linguagens como teatro e musica, como atuo em movimentos de luta como MST. Estamos sempre buscando desenvolver atividades diversas mesmo com pouco recurso.

Tania ,Secretaria de agricultura e meio ambiente, luta com os movimento quilombola e está em busca de novas ideias para seu município, buscando inovar e porque no seu setor existem várias ações em cultura.

Toninho Campos- Feira de Santana. Atuava em  pontos de cultura desde a época de Gilberto Gil e foi coordenador de dois pontos de cultura de Feira. “ trabalhamos com artesanatos recicláveis , na secretaria de cultura. Implantamos junto com Aloma o SMC. Realizamos várias ações como modificar a Lei de Incentivo à cultura e várias outras ações rumo ao investimento à cultura municipal. Por isto que digo,Nós separados somos pontos de vista, mas unidos somos opinião.”

Katherine – Paramirim – Bacia do Paramirim. Trabalha na Secretaria de Cultura do município, onde buscamos desenvolver trabalhos diversos na área cultural de Paramirim e buscamos atuar de forma democrática, aliando vários setores de forma transversal, fortalecendo as várias linguagens.

Antônio Assunção. Atua a um bom tempo na área de cultura onde solicita uma força maior do coletivo em detrimento aos individualismos, onde deve-se partir do corte político estrito para  um trabalho mais aberto.

Antonio Rosa- Roni- Prof. de Capoeira(Feira de Santana).Professor de capoeira, debate de forma motivacional e fala sobre o incentivo que deve vir do grupo e que devemos ser levados pela cultura pelo amor e critica sobre o posicionamento de fraqueza que  nós temos,”todos nós entes de cultura , temos que agir com mais força e nos valorizar. União de todos os entes culturais, com ou sem dinheiro, o que nós precisamos é de união.” Faz debate acalorado sobre as dificuldades de apoio e a discriminação que ainda passa por ser negro e professor de capoeira .

Jailson- Produtor Cultural- Feira de Santana. Criador do Espaço Varanda Cultural, onde tem apresentação da Musica Regue, demonstra o desapontamento com o poder público e segundo o mesmo, este grupo de governantes não dão a devida atenção conosco, “professores de cultura”, onde “ Nòs somos a residência”.

Rannah- Freira de Santana. Formada em Direto e Antropologia, em que levanta a reflexão e cita que  buscou  sempre se reconhecer nas culturas populares, onde realizou pesquisa acadêmica para tal, mas acabou me apaixonando pela cultura e suas diversas ações populares de envolvimento.

Laiz- Salvador, Produtora cultural. “Estou em Feira  trabalhando no Sesc Bahia  e estamos trabalhando de forma voluntária  no Grupo de publicidade do  Movimento Cultura Bahia  e venho militando em cultura a alguns tempos, e observo que a união do grupo é importante e que a Bahia é uma só e não apenas soteropolitana.

Elizete- Companhia  Cuca de teatro. Trabalho com teatro e Circo, trabalhamos com produções artísticas e como consultora de técnica social em projetos sociais diversos. Atua muito com trabalhos com crianças na área social e a cultura como transformação. Também fala da importância de fortalecer a questão da união do grupo como um todo.

Hygor Almeida- Produção Cultural e Coordenador do Centro Cultura Amélio Amorim- Feira de Santana- Portal de Sertão. Trabalhei muito com a Micareta e no Carnaval, como também servidor público em Cultura a 9 anos  e que acredito que a articulação  territorial muda e qualifica a cultura e para aqueles que trabalham com esta visão política de governo que visa uma amplitude a nível de Bahia. Muito importante mantermos esta articulação e a união de grupo, que está se materializando aqui hoje e que deve ser fortalecida com outros encontros e com a política territorial na cultura.

Lucimar- Artesanato- Feira de Santana. Critica as mazelas no artesanato de Feira de Santana e que veio para ajudar a lutar contra a derrubada do Minc e fortalecer a cultura em geral.

Maria Jane- Artesanato de Feira de Santana.Presidente a Associação de Artesãos de Feira de Santana. “Vim para fortalecer a luta contra o fechamento do Minc e a favor do artesanato de Feira de Santana e de toda a Bahia”.

Luciene- Capim Grosso- Bacia do Jacuípe. “Formada em Direito,  estou como gestora cultural no Território da Bacia do Jacuípe, onde muito embora lutemos a favor de um governo baiano que apoiaria a cultura, agora pelo nosso adormecimento, o governo paralisou ações culturais. Devemos fortalecer a luta para revitalizar novas lutas e refazer caminhos, como construir uma resistência a nível Municipal, Estadual e Nacional .
PARTE 2

Dos Diálogos

Aloma, cita que este movimento não existe nenhum  patrão ou alguém organizador em si, mas tudo dependerá de nosso esforço voluntário para fortalecer esta união e estes encontros.
Hygor, fala sobre os trabalhos realizados pela Secult-Ba, as ações culturais de expansão, abraçando a territorialização da cultura.
Cita os flancos e conceitos da territorialização da Cultura, com sua história de criação pela MDA ( Ministério do desenvolvimento Agrário) onde a buscamos desenvolver as politicas territoriais baseadas nestas mensurações.
O desenvolvimento territorial e suas políticas foram  atualmente abarcadas em vários setores, como saúde e educação no Estado da Bahia  e veio demonstrando excelente eficácia ao atendimento mais democrático a todos os municípios da Bahia.
O Movimento Cultura Bahia nascido a pouquíssimo tempo  em Salvador por alguns entes culturais observou que sozinhos o povo da Capital não conseguiria englobar as reais necessidades da Bahia, e aproximaram-se dos Territórios para se fortalecerem, pois observou-se que nos territórios também já estavam se formando grupos específicos e representativos para demandarem suas necessidades. Diante esta necessidade de somar entes culturais de todas as pontas da Bahia com a territorialização, cabe a nós agentes e atores culturais conscientizar os munícipios que ainda não abraçaram tal condição de território e trazer aqueles territórios que ainda não se manifestaram..

Antônio, denota que, quando se fala de organização e planejamento, o brasileiro corre. O maus políticos se apegam muito nisso onde  a sociedade civil detesta, que é formalizar-se e lutar em busca de seus diretos. Temos que valorizar o cumprimento das leis de formalizar uma qualificação da luta social.

Cleber Eduão, Ibotirama, Velho Chico, fala que este é  um movimento da sociedade civil buscando mais união  e não faz parte de nenhum plano governo. A politica territorial nasce com lutas e conquistas de grupos sociais organizados e amantes de diversas áreas culturais. Todas estas conquistas nasceram da sociedade civil, onde o governo federal e estadual as vezes abraçam como uma política de governo.

Vandelson, destaca que geografia nos diálogos a qual citei quer dizer que nem sempre estaremos presentes carnalmente, haja visto a grande distância de muitos entes aqui presentes e daqueles que se somarão, onde este é o  espaço  desenvolvido pela politica territorial e não pode ser fraquejado pela distância ou por desmerecimento governamental . Houve enfraquecimento da politica territorial nos últimos tempos , é notório, mas houve também a decadência da sociedade civil sobre a questão dos territórios, e que  os consórcios públicos são conjuntaras que favoreceram este desinteresse participativo da sociedade civil, muito embora as políticas de governo queriam provar o contrário. Devo deixar claro que hoje movemos este pequeno grupo hoje e que será grandiosos amanhã para provocar a União dos Territórios de Identidade da Bahia e que os consórcios públicos devem repensar suas posturas que hoje são estritamente agrárias e desmotivadoras.

JardielAlarcon, de Guanambi, Sertão Produtivo, acrescenta que devemos ter união entre os territórios e que a pauta solicitada e principal do seu território é o fortalecimento das políticas de fomento à cultura, qualificação e reestruturação das ações culturais desenvolvidas , tanto a nível do Escolas Culturais quanto ao favorecimento e qualificação dos Espaços Culturais existentes e suas estruturas , que devem ser reformadas o mais rápido possível. Deve-se repensar os cortes públicos em cultura e provocar a união dos Territórios mais próximos para que não haja a quebra da qualidade cultural na Bahia como um todo. Uma mazela muito peculiar atualmente é a descontinuidade de cursos de formação na área cultural como a criação de novos.

Rodrigo Pesão, Senhor do Bonfim, cita que “Temos que lutar contra a desestruturação e desmonte da cultura no geral no âmbito estadual e nacional. Qualquer ato meu é politico, deixamos de ser jogadores políticos e passemos a ser vamos panela pressão, fortalecer a resistência e temos que ter uma base de sustentação indo contra os grupos de opressão.
Temos que lutar e passar a ser player e não coadjuvantes.

Laiz, de Salvador, “Agente acreditava que a forma de dar perenidade às politicas era com a formalização das leis, mas não é”. Devemos buscar capilaridade e se aparelhar como sociedade civil e não confundir a sociedade civil com o governo. A sociedade civil deve cobrar e criar ambientes que devem perenizar  estas lutas, independendo se é um governo favorável ou não. Neste momento nada está sendo favorável, quando se pensa em governo.

TEXTO NA ÍNTEGRA DO RELATÓRIO DO ENCONTRO EMITIDO POR RAUMI REPRESENTANTE DO TERRITÓRIO DA CHAPADA DIAMANTINA

10 dezembro 2018

PALHAÇO TIO CACAU

O Palhaço Tio Cacau é uma grande personagem do circense interpretada pelo evangelista Claudio Ferreira de Souza de Santana hoje residente na cidade de Lapão Bahia no povoado de Rodagem. Claudio também é professor da rede municipal de educação na escola municipal Antônia Gaspar. Pai de Miqueias com sua esposa Elenice Silva.

O palhaço Tio Cacau é uma personagem evangélica com diversas intervenções gospel para crianças e diversas idades, já esteve em apresentações no estado de São Paulo em diversas igrejas. No estado da Bahia já fez apresentações nas cidades de Irecê, João Dourado, Jussara, Lapão e Morro do Chapéu. Esse é o segundo palhaço do mesmo tema em que o ator foi treinado por Naldão, entre eles tem também Juquinha com ator Romário.

Claudio foi aluno de teatro com a Companhia de Artes Dramáticas Esquisocênicos começando com Artur Oliveira, depois passou a fazer espetáculos com Naldão onde melhorou suas habilidade inclusive com pernas de pau e outros. Depois Claudio seguiu com a carreira de ator de animação e trocou o palhaço que se chamava Rossinildo por Tio Cacau. Essa troca para adequar mais ao tema evangélico.

PARA VER MAIS FOTOS DO TIO CACAU CLICK AQUI


04 dezembro 2018

O DIAMANTE NEGRO

Realizado com sucesso e admiração o relançamento do livro O DIAMANTE NEGRO do autor Antônio Barreto Dantas Junior conhecido popularmente como Dantinhas. Um evento recheado com tocatas da centenária Filarmônica Minerva e recital de poesias com o grupo de animação teatral Os Risoletos

O livro conta a história daquele que foi o primeiro coronel negro do estado da Bahia, entre os dez mais importantes homens do estado na sua época, um negro pobre que ficou rico aproveitando de forma minuciosa suas oportunidades e vivendo intensamente esses seus momentos de apogeu de vida e domínio durante sua época.

O livro de Dantinhas O DIAMANTE NEGRO é uma fonte de pesquisa na visão de um admirador de um homem que até meado dos anos 90 não se ouvia nem falar. O que levou a curiosidade de Dantinhas? Foi o fato de na cidade de Morro do Chapéu ter ruas com nome Dias Coelho, escola com o nome Dias Coelho e saber que esse nome é de um negro de uma época em que o negro era escravo, figura sem importância social. Ao adentra cada vez mais nas buscas, Dantinhas conseguiu cada vez mais colocar a cidade e a região para conhecer  essa figura de Dias Coelho desde sua primeira edição do O DIAMANTE NEGRO em 2006 até essa nova reedição em 2018. Com isso o livro traz desde detalhes da vida do coronel como poesias e festas ao seu louvor, como foi a origem dos coronéis no cenário brasileiro, com a ajuda de figuras que também tem essa admiração pela imagem de Dias Coelho que também fazem pesquisas minuciosas sobre o referido coronel.

O maior tocante sobre Dias Coelho é o que se tem como emblema o coronel da paz, diferente dos outros coronéis que a maioria eram da imposição, da violência, do domínio inquestionável e diversas outras questões do mesmo gênero, Dias coelho que consegue sua patente através da finança como vários outros, era o coronel da diplomacia, da conversação e das condições e isso lhe fez um dos mais importantes do país na sua época.

Por muito tempo foi esquecido o coronel de Morro do Chapéu e do Ventura pelos seus munícipes, por se tratar de um negro que governou até o ano de 1919, os sucessores mandatário da cidade não deram muita importância a sua figura, com isso foi ficando esquecido, por exemplo, a grande escola com grande porte construida pelo próprio Dias Coelho carregava o seu nome, foi mudada o nome para o  da padroeira da cidade e construida apenas duas salas na periferia da cidade na época, pra colocar o nome de colégio Dias Coelho, antes de tudo se tratava de um negro. 

Mas negro esse que ficou entre os mais ricos do estado da Bahia, foi premiado pela França com uma santa da Nossa Senhora da Soledade, que da França até o Morro do Chapéu viajou de navio, trem e carro de boi até chegar em sua capela no centro da cidade, um dos maiores dominadores de terras da região sem violência e o maior supervisionário político da sua época. 

Para ver mais sobre esse grande personagem vale a pena ler O DIAMANTE NEGRO



27 novembro 2018

UMA SEMANA DE ARTE EM MORRO DO CHAPÉU

Da segunda feira dia 19 até a sexta feira dia 23 de novembro 2018, a cidade de Morro do Chapéu foi um sarau das suas linguagens artísticas culturais. Começou com a campanha de leitura das escolas municipais que culminou na sexta dia 23 com o apoio da prefeitura municipal e projetos da ENEL, foi finalizado com o batizado de capoeira contendo diversas apresentações artísticas.

CAMPANHA PRO LEITURA DAS ESCOLAS - Como forma de incentivo a leitura, as escolas municipais de Morro do Chapéu com o propósito de melhorar o IDEB local, fez um projeto para estimular a leitura dos alunos. Cada escola foi muito criativa dando as diversas formas para que os alunos desenvolvesse o interesse pela leitura, inclusive as expressões artísticas. Entre as expressões estiveram presentes teatro, música, dança, pinturas, artesanatos, poesias, causos, contos e muitos outros para atrair a atenção dos alunos para a intimidade com as letras.










Dentre as escolas que esteve em destaque tem a Escola Municipal Adalberto Pereira que fez uma culminância primeiro interna depois no evento geral com as demais, a Escola Municipalizada Yeda Barradas que expôs inclusive materiais do seu sucessivo projeto A Cor da Arte e a Escola Municipal Reinaldo Moreira que também se destaca em projetos artísticos. Além dessas tivemos também as demais escolas cada qual com a sua peculiaridade artística educativa.



BATIZADO DE CAPOEIRA
O grupo de capoeira de Morro do Chapéu Raízes Baianas realizou seu quinto batizado de capoeira. Nesse, o grupo expôs seus trabalhos de 

MÚSICA
com a percussiva desfilando pelas ruas da cidade saindo da FAAASCIBA em direção à Casa da Arte, tocando e tremendo a cidade com o seu som afro baiano.
DANÇA - Com o grupo HIP FUNK dançando dança de rua com as mais variadas expressões corporais, com as danças afro como o samba de roda e o jongo.
BERIMBALADA - Com diversos toques de berimbau dentro da cadência do ritmo da capoeira.
RODA AULA - Com o mestre Mário Guaraná da cidade de Amélia Rodrigues.
BATIZADO E TROCA DE CORDAS - Com a realização de troca de graduação dos alunos da casa tanto da sede do município como dos Quilombos de Barra, Lapinha e Veredinha. Logo em seguida foi fechado o evento com uma roda aberta de capoeira.

Com esses Morro do Chapéu mais uma vez fecha uma semana inteira com arte e cultura para todos os gostos entretendo, divertindo e atraindo sua juventude para o que há de bom como forma de vida, sabedoria e construção histórica e identitária dos seus munícipes.